quinta-feira, 27 de maio de 2010

Caos Generalizado

Estamos experimentando uma nova era, para pior, no nosso sistema de transportes, locomoção, no sistema de ir-e-vir. É para o trabalho, para o passeio ou para o turismo.
Desaprendemos a usar os meios coletivos porque a "charrete motorizada" nos leva mais rápido. Será que é mais rápido? Não é não!
Vejam o caos que está sendo experimentado nas cidades de porte médio para cima. Caos generalizado, demoras no transito, pessoas fora de controle por emoção ou por drogas, álcool, e outros estupefacientes. Gritaria porque o trânsito não flui.
Com as facilidades criadas pelo Governo, recentemente, isenção de tributos para compra de veículos 1.0, uma grande maioria que deseja ter o seu carrinho, artigo de alto luxo para os padrões econômicos brasileiros, já o tem. Lindo, setenta e dois meses para saldar a divida. Dívida de dois veículos. Vejamos: As produtos ou montadoras precisam desovar seus estoques, se tiverem de fazer isso o prazo será esticado para 80 meses, 100 meses e por aí afora.

Os juros que os Bancos estão absorvendo deste nosso precário e incipiente sistema de remuneração do capital é muito salutar para eles. Mais de 11% ao ano, quando a remuneração da caderneta não chega a três por cento.

Mas onde quero chegar?

Acidentes por estradas precárias, mau atendimento na rede pública de saúde, contratações de funcionários sem parar, para salvar o sistema e aí falta o principal na outra ponta, que são os profissionais da área e os remédios, para não citar ainda os leitos hospitalares. Vimos todos os dias o caos se solidificar e vira coisa comum. A vida das pessoas está banalizada; quem se interessa pelos outros? "Cada um cuida de si no mundo selvagem". Será esta uma atitude correta e adequada? A pergunta está lançada.

Estradas caóticas, faltam verbas. Não pensamos em duplicar, em ativar as balanças nas rodovias por 24 horas. Cito um exemplo: BR 285 há cerca de 60 dias foi entregue e já está destruída, ao menos parte dela, entre São Borja e Santo Angelo. Motivo: excesso de peso das carretas bi-trem!

Estamos construindo várias barragens e sequer se fala do transporte fluvial, com eclusas...

Não se fala do trem que é o transporte mais econômico e inteligente que existe. Nossos mandatários querem mais é exterminá-lo para trocar por ônibus e mais automóveis. Já era vez de termos um trem rápido em nossa região, com várias composições, além do transporte de cargas.

Enquanto isto, vamos continuar matando gente no trânsito, vamos continuar vendo o caos se instalar e se perpetuar em nossas cidades, onde o descaso pela conservação, pela limpeza, e conservação de ruas, recolhimento do luxo (digo luxo mesmo) alguns chamam de lixo. Este deve receber um tratamento melhor hoje, com a nova onda conservacionista!

segunda-feira, 17 de maio de 2010

ÔNIBUS MALUCO

De Porto Mauá a Santo Ângelo, pela manhã
Com retorno à tarde, antes da noite.
Com qualquer tempo.
O ônibus do seu Jacob não falhava.
De repente muita chuva antes de Giruá.
Com lotação completa, com dois esquifes
Vazios em cima, no bagageiro, para
Futuros inquilinos.
Em viagem novamente, um passageiro ataca
E é alertado que só há lugar em cima.
Ele sobe e logo vem um toró.
Abriga-se dentro do esquife e seguem viagem,
Tranquilamente.
Adiante mais dois pedem lugar e novamente
São alertados que só em cima;
Aceitam. Seguem adiante.
De repente seu Jacob esqueceu de que
Havia pela frente vários cruzamentos de trem
E foram todos vítimas de um enorme solavanco.
Abriu-se então o esquife e de lá de dentro
Saiu uma voz:
"Que bom que parou de chover."
Os dois outros pularam de cima do ônibus
E foram parar no hospital; um para
Remendar a bacia que havia se espatifado
E outro para braços e pernas entalar.
Bem que seu Jacob havia alertado!

Fato verídico acontecido em Giruá-RS- em
1939, em frente a Bailanta Kuplin. Há testemu-
nhas ainda vivos!

DISFRAZADO - Tango

Esta noche por lo visto con las luces encendidas
Que harmonioso se presenta el bonito carnaval!
Para aquellos que no sufren amarguras en la vida
Para aquellos que disponen, que jamás les faltó pan!
Ambulante y disfrazado con mi traje de miseria,
Arrojando débilmente serpentinas de aflicción,
Atravieso por el corso de mi única tragedia
Junto al lloro de mis hijos, sin alivio al corazón.

II

Pienso...
Que a mi rostro en realidad
Hoy lo cubre el antifaz
De la ironía fatal
De mi triste situación
Oigo...
Cuando suena la matraca,
Que la pena ya en mi casa
Ha rendido mi comparsa...
Y a Dios pido protección.

I (bis)

El eco de madrugada trae el vaivén de los coches
De seres que alegremente van vivando el carnaval;
Mientras me ha sido imposible dormir durante la noche,
Pensando para los míos poder conseguir el pan...
Seguiré quien sabe cuánto disfrazado de miseria
Con el rumbo lentamente hacia el gran "Palco Oficial"
Y en el mundo de los muertos terminarán mis tragedias,
Obteniendo primer premio si festejan carnaval!

De: Silva y A. TELLO

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Por-do-Sol no Itaroqúem, Sto.Antonio das Missões-RS

Por-do-Sol no Itaroqúem, Sto.Antonio das Missões-RS

PUNTAS DE FUEGO

El amor, frágil cadena
Formada de puros desengaños,
Experiencia de mis años
Que demuestre si envenena.
Amor fué escrito para dilema
Del confiado de imprudente.
Amor hoy, mañana y siempre
Fantasías sólo a mi ver
Amor de madre es querer
Todo lo demás, falso oro reluciente.

Naco la niña en su cuna
Adornada de cintas y sedas,
Y ya es mujer que se enreda
En hilos de la fortuna,
En suñoes de un iluso, oportuna
Figura es de encanto,
Caprichos, quejas y llanto
Ambas cosas en la realidad,
Pues ya mujer, tanta beldad,
Es sólo un amargo desencanto.

Y así se empieza a sufrir
Una vez marchitas las ilusiones
Cintas y sedas convertidas en crespón
Como si se dejara de existir.
Vanidosa ella, él sabe mentir
Y así mintiendo hablan de amor.
Ella es rica, él hombre de honor
No podía haber cosa más ideal.
Pero, tanta grandeza al final
Es también mentira y dolor.

Por eso digo, y es justo
Mirar la vida tal cual es.
Fuí reo, hoy juez
Y sentenciar no es mi gusto
Pues bien sé que asusto
Al cantar de esta manera
Más, amigo la verdadera
Bandera de parlamento
Se colorea de sentimientos
Y a todos los vientos, flamea.

Miente el grande, miente el chico
Se m iente en todo el universo.
Miente el ladrón si va preso
L mismo que el pobre y el rico.
Y, si hoy templado dedico
Estas ofensas al amor
Las hago porque el dolor
Me ha hecho maestro en el arte
De ver en que parte
Existe lo bueno o lo peor.

Autor: Francisco Angel D'ONOFRIO
ADIOS MUCHACHOS - TANGO

Adiós, muchachos, compañeros de mi vida,
barra querida de aquellos tiempos,
me toca a mí hoy emprender la retirada,
debo alejarme de mi buena muchachada.
Adiós, muchachos, ya me voy y me resigno
contra el destino nadie la talla,
se terminaron para mí todas las farras,
mi cuerpo enfermo no resiste más.

Acuden a mi mente
recuerdos de otros tiempos,
los bellos momentos
que antaño desfruté
cerquita de mi madre,
santa viejita,
y de mi noviecita
que tanto idolatré.
Se acuerdan que era hermosa,
mas bella que una diosa
y que ebrio yo de amor
le di mi corazón;
pero el Señor, celoso
de sus encantos
hundiéndome en el llanto
me la llevó.

Adiós, muchachos.

Dios es el juez supremo,
no hay quién se le resista,
ya estoy acostumbrado
su ley a respetar,
pues mi vida deshizo
con sus mandatos
al robarme a mi madre
y mi novía también.
Dos lágrimas sinceras derramo
en mi partida
por la barra querida
que nunca me olvidó,
y al darle a mis amigos
mi adiós postrero
les doy con toda mi alma
mi bendición.

Letra de Cesar P. VEDANI
Música de: SANDERS.





domingo, 9 de maio de 2010

Desfile de Celebridades

Custa crer mas que existem,
existem. E como!
São incautos que aos borbotões fazem-se
prósperos
diante de uma massa ignota, que nem
minimamente se manifesta, certamente
por ojeriza a demagogos oportunistas que desfilam
com soberba!
E, ainda, imitando ministrículos!

Outros, desconhecedores da verdadeira história
fazem apologia a regimes criminosos como se os
humanos nada valem. Possivelmente são
comparados a seres destituídos de quaisquer
sentimentos.

Prósperos são os livre-pensadores, os franco-
atiradores de idéias criativas e liberalizantes;
que não se prostituem pelo vil metal.

Vivemos o mundo dos "sem". Os sem-moral; os sem-
vergonha; os sem-consciência; os sem-...

Trabalhar, estudar, profissionalizar-se, adquirir pros-
peridade com honra e dignidade e servir como
bom exemplo. Os deserdados de herança se tornarão
livres, melhores cidadãos, possibilitando uma nova
"terceira-onda" de progresso!

quarta-feira, 5 de maio de 2010

CABEZA DE RATÓN - Tango

I

En este eterno andar a la deriva,
rodando siempre todos los caminos...
En la larga obsesión de hallar la meta
que ansioso busca nuestro corazón...
Viviendo sueños plenos de esperanzas
enfrentamos la lucha sin desmayos...
Si cerramos los ojos al fracaso
ya veremos colmada la ambición.

II

Impulso hemos de ser, nunca instrumento.
Que es muy triste ser cola de león.
Ser cerebro pensante, aun encerrado,
en la humilde cabeza de un ratón.
Llamarada de luz, antorcha, guía,
donde triunfe la ley de la razón.
Firmes en el timón, siempre en la ruta
venciendo las tormentas y temor.

III

Ser brújula, ser norte, ser bandera...
No importarnos las piedras del camino...
Arriba la cabeza, firme el paso,
alta la frente y mirando el Sol.
Sentirnos eje de ese mecanismo
que mueve el mundo en su girar constante.
Reírnos de las burlas de los necios
y en la lucha triunfar sobre el dolor.

Música de: F. Scolati ALMEYDA
Letra de: Pelayo PATTERSON


En tu Homenaje AGUSTIN MAGALDI!

Cuando al arado me inclino,
mi fe de criollo se aferra.
Clavo la reja en la tierra
puntiando un aire argentino;
mientras cesa el ave su trino
baja desde el infinito,
a elegir con su piquito
los bichos que van surgiendo.
Los admiro y comprendo
que matarlos es un delito.

Aferrado a mi dolor
consulto a mí sentimiento,
para olvidar un momento
a lo que llaman rencor.
Y como criollo de mi flor
de estampa noble y bizarra.
Voy a pulsar la guitarra
para mi canto elevar,
y en vez de cantar, llorar
por el mal que la desgarra.

Magaldi, como argentino
y amante de la tradición,
yo te elvo esta canción
que sembrará en mi camino.
Como cantor fuiste tan digno
que se te puede admirar.
Te supiste conquistar
los aplausos del amigo,
que yo los llevo consigo
y jamás te he de olvidar.

Rafael D'AMATO


NIEVE

I
No cantes, hermano, no cantes,
que Moscú está cubierto de nieve
y los lobos aúllan dee hambre...
No cantes, que Olga no vuelve
aunque el sol nuevamente ilumine,
aunque siga cayendo la nieve...

II

Rumbo a Siberia mañana
saldrá la caravana...
Quien sabe si el sol
querrá iluminar nuestra marcha de horror
Mientras en Moscú
Mi Olga talvez a otro amor se entregó
No cantes, hermano,
No cantes, por Dios...

III

Unidos por crueles cadenas
por la estepa mil leguas haremos
caminando con rubo a Siberia...
No cantes, que es ruda la helada.
Ya Moscú está cubierto de nieve
ya la nieve ha llegado a mi alma.

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Letra de: M. Ferradas CAMPOS
Múscia de: Agustin MAGALDI

VIRGEN DE ITATI, Cancion

Mi cabellera vengo a ofrendarte mi virgencita
haz que la guerra termine pronto y me devuelva
al ser amado que por la patria y su bandera
marchóse un día como un valiente a defederla.
Por él te pido, por él te ofrendo mi sacrificio
porque es mi vida, sin él me muero, ten compasión,
haz que la guerra termine pronto y me devuelva
al ser que adoro con toda el alma
y un dia el odio me lo llevó.

Al valle me voy, Virgen de Itatí
mi ofrenda dejé al pié de tu altar.
Mi cabellera, tesoro mío, sacrifiqué
para que pronto de nuevo al valle
lo vuelva a ver.
Al valle me voy, Virgen de Itatí,
por él rogaré con hondo fervor
y si no vuelve, mi virgencita, he de morirme
y allá en el valle han de encontrarme
entre las sombras de mi dolor.

Cesó la guerra y el ser amado no retornaba
sombras de gloria cubrió su cuerpo en las trincheras
y allá en el valle tendió su manto la negra noche
como un respeto al que muriera por su bandera.
Mi virgencita, para qué quiro seguir viviendo
me falta el aire, me duele el alma y el corazón
sola he quedado en este valle de sombras negras
que un día el odio me lo mató.

Letra de Nolo Lopez
Música de Perez Cardoso

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