O País que queremos!

É o melhor de todos os outros. Mas para que isto aconteça é preciso que a vaidade humana, sobretudo da classe política, sempre vilipendiada, baixe a guarda e assuma seu papel patriótico, cívico e com alta moral.
Estamos sempre numa encruzilhada para decidir. Hoje com os meios de comunicação entrando e saindo todo momento de nossos lares, trabalho, empresas...
Mas, nós temos uma responsabilidade social muito grande, que se chama "escolha" do nosso futuro mandatário, que não é mais nada nem menos nada do que um líder que proporciona através do Senado Federal (A câmara e o senado), suas propostas de governança.  Orçamento em primeiro lugar, leis de responsabilidade fiscal, que deveriam ser exempladas com todo rigor quando há malversação de fundos.
Nosso sistema de Governo é uma Democracia Representativa. Nós escolhemos nossos representantes nos três níveis e eles nos representam. Se nada fazem, ou fazem mal, ou fazem coisas erradas não temos como corrigir. O órgão que pode verificar é o tribunal de contas e em última instância o judiciário.
Vamos escolher bem para não sofrermos a angústia de termos de esperar mais quatro anos para tentar mudar.
A Constituição de 1988, chamada de "Constituição Cidadã", como se não fosse feita para os cidadãos, e as outras as antigas não eram cidadãs? Tem seus inúmeros erros, falhas que com o tempo deveriam ser corrigidas e não foram. Alterar ?
Dificilmente esta classe de políticos, com raras excessões nada vai querer mudar. Lembram-se do caso do desarmamento? Foi feito um plebiscito com perguntas capciosas e o povo respondeu o que realmente queria!
Mas, temos um dever a cumprir, então sigamos este caminho, com análises criteriosas sobre o nosso futuro político.
O Brasil precisa de novos desafios, porque é um País grande demais para pequenas ambições.
Liberté, Egalité et Fraternité.

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