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Mostrando postagens de Dezembro, 2014

SEGUNDO LIVRO

Já, felizmente, recebi inúmeros pedidos e sugestões, de amigos leitores, da minha grande companheira e esposa Solange pelo que tenho escrito e relatado assuntos,  romanceado algumas
histórias regionais e de fatos críveis, estou começando a ficar incomodado com essa idéia e de repente vou prá rua com esse projeto.. 
Fato sui generis foi o do Prof. Del Olmo, causídico e professor com doutorado em direito internacional: cliente da gráfica, casualmente,  deu uma lida no "rascunho da bíblia" puxou o bloco de cheques e
deixou pago 15 exemplares, sem que soubesse do evento. Cada lugar em que palestrou, deixou
uma semente, em cada lugar o mestre por tradição deve deixar uma obra para o acervo da
biblioteca da entidade promotora. Manaus, Bolívia, Rio, Brasília, etc. tem uma marquinha do
Reflexos....que lindo isso!
Mas no entanto, enquanto isso não ocorre, humildemente vos peço para lerem o que escrevo
e eventualmente tecerem comentários, críticas, quem escreve precisa disso...vocês …

Poema da Hora Amarga - 1

É
preciso ter coragem, homem aflito!
É preciso vencer a desesperação, homem aviltado!
Cresce!
sê ainda maior do que és, homem corroído de angústia!
Para que não sossobres.
Para que te salves.
É preciso até
que ames as feridas dessa tua luta,
homem que desejas a paz!
E embora tua boca se amargue de lágrimas
mantém teu sorriso de exaltação
mesmo que elas tenham o sabor do teu sangue!
Há uma inominável transcedência na tua tragédia,
homem que agora tens os pés mutilados,
e as mãos cegas,
e os olhos em alvo,
e o pensamento aturdido de horror!
Cresce!
porque é preciso que tu continues!
Esta é a tua Hora Amarga.
Mas que importa
si a força da tua sobrevivência
te fará renascer cada dia e cada noite
e nenhum relógio deixará de marcar
o milagre da tua redenção!!!

Poemas da Hora Amarga

Dando uma bispada no acervo de relíquias encontrei o livro citado no título de Eliezér Dêmenezes, que adiante publicarei algumas preciosidades, mas este livro foi prefaciado por um Itaquiense que ficou famoso e deixou um enorme cabedal (1903/1966) Manoelito de Ornellas: "Como se Fosse um Prefácio"...
Foi um pintor que falando de poesia, definiu-a como a linguagem dos iguais dispersos no tempo.
Não sei de melhor referência para este livro.
Aqui não é apenas o coração que vibra, nem uma sensibilidade que fala. Esta poesia, tem o ritmo
de muitos corações e murmura por muitas bocas. O poeta se transfunde na humanidade e a humani-
dade se individualiza no seu grito. Ele traz a linguagem dos iguais dispersos no Tempo...
Vem do fundo da madrugada, com os olhos velados de bruma e com as mãos molhadas de sereno luminoso. Vem para a claridade com a mensagem dos homens novos.
seu deslumbramento não o extravia, porém, na paisagem colorida que se rasga  à sua visão pura e profunda.
Na p…

Capítulos de história bestial

A ‘abertura’ e a Joia do Caribe "MICO"

Porque as Pessoas Fogem das Cidades nos fins de Semana?

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Cansam de ver a mesma coisa, de ver as mesmas árvores, de ver as mesmas pessoas predando, jogando lixo nas moitas, nos jardins. Ao passear pelas avenidas notadamente a Expedicionário Weber, parece que todos vão para lá,poucos vão ao Parque Municipal de Exposições Karlson.
As pessoas encarregadas pela manutenção não se preocupam com essas questões porque são passantes; cargos públicos sem sinuelos, sem determinação superior fica tudo como dantes no quartel de Abrantes. Poderiam ser plantadas árvores diferentes em cada ponto das ruas e das avenidas, estudar quais as que menos problemas causariam, porque não fazer isso? Lembro que há muitos anos o Rotary plantou alguns Pau-Brasil na Expedicionário Weber, num domingo de manhã; plantamos árvores com ajuda dos moradores na Praça da Planalto, algumas dão sombra hoje mas a maioria foi predada.
No Parque de Exposições, tirando a reserva natural, as árvores estão sendo podadas de forma esdrúxula, sem nenhuma técnica. Não seria o caso de replan…

Cidade aprova lei contra doutrinação política na escola

A Tomada do Poder - Gramsci e a Comunização do Brasil - por Anatoli Ol...

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Lucio Yanel - Pantanal

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